Bio

Helena Colaço Salazar

Desde muito jovem revelou interesse pelas artes, gostando de desenhar, ver fotografias, dançar e praticar outros desportos. Aos treze anos perdeu o pai, acontecimento que a levou, de forma espontânea, a escrever poemas e a desenhar, escolhendo a área artística no ensino secundário.

Iniciou o seu percurso no teatro, onde trabalhou como atriz durante onze anos.

Em 2005 regressou ao desenho através do desenvolvimento da personagem Kelly, da peça de Wayne Jordan, The Drowned World. Desta experiência nasceu a exposição pública de desenhos intitulada O Mundo Imaginário de Kelly. Mais tarde, em 2010, apresentou a sua primeira exposição individual de pintura, Aparências, igualmente resultado de uma peça de teatro com o mesmo nome, apresentada na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul.

O desejo de explorar novas formas de expressão para além da representação levou-a a estudar Novas Técnicas de Pintura na Sociedade Nacional de Belas Artes e a frequentar o curso de Fotografia do Instituto Português de Fotografia.

Realizou estágios como fotojornalista nos jornais Público e i, tendo também fotografado peças de teatro, concertos, inaugurações, arquitetura e desenvolvido trabalhos de fotografia de autor.

Em 2014 mudou-se para Tróia, onde viveu três anos a desenvolver o conceito de Identidade, que a conduziu a um período de vida nómada entre 2017 e 2023. Nesse ano regressou a Tróia e começou a preparar a sua nova exposição individual de pintura, Das Pinturas da Minha Mãe, apresentada na Fábrica do Braço de Prata, em Lisboa, em 2025. Participou também em diversas exposições coletivas de fotografia e pintura ao longo desses anos.

Atualmente divide o seu tempo entre Lisboa e o sul de Portugal, expandindo continuamente as suas competências criativas enquanto artista plástica.